Grupo de Apneia do Sono

O Grupo de Apneia foi criado pelos nossos especialistas a fim de identificar a origem do distúrbio e determinar as medidas de controle através do exame de monitoramento digital Biologix, que identifica o risco de apneia obstrutiva do sono. Dessa forma, o exame pode ser realizado no conforto da sua casa conforme orientação de nossos especialistas de forma simples, acessível e eficaz.

Para realizar o exame é preciso agendar uma consulta com um especialista, como cardiologista, buco maxilar, otorrinolaringologista, neurologista ou endocrinologista do Hospital Santa Paula.

Agende sua consulta com um de nossos especialistas:
Telefone: 11 3040-8000

Localização
Avenida Santo Amaro, 2382  – Vila Olímpia, São Paulo-SP, 04556-100, Brasil

A apneia

A apneia do sono é caracterizada por ruídos e interrupções na respiração que se repetem, no mínimo, cinco vezes num período de 60 minutos. Não se trata de um simples ronco. Na apneia, a barulheira noturna é entrecortada por engasgos — e o duro é que muitas vezes o indivíduo nem os percebe enquanto dorme. Essas pequenas pausas na entrada de ar chegam a diminuir a concentração de oxigênio no sangue.

É daí que derivam as consequências mais sérias do distúrbio. A redução de oxigênio superativa o sistema nervoso, que eleva o ritmo dos batimentos cardíacos e estimula a contração dos vasos sanguíneos. E, com o tempo, isso se perpetua ao longo do dia. Daí o fato de a apneia do sono ser considerado um fator de risco para pressão alta e arritmia cardíaca.

A apneia obstrutiva do sono é a versão mais comum da doença. Nesses casos, o ar para de fluir para as vias aéreas em função de um bloqueio temporário causado pelo relaxamento dos músculos da garganta — questões anatômicas interferem aqui. Em crianças, o problema pode estar relacionado ao aumento das adenoides, glândulas localizadas no nariz, ou das amígdalas, estruturas que ficam na entrada da faringe. A apneia central do sono, por sua vez, é um tipo mais raro, ocasionado por uma alteração na região do cérebro que controla a respiração.

O diagnóstico

O relato de sono agitado e ruidoso é o ponto de partida  para a detecção da apneia — e, nesse sentido, a avaliação do parceiro (ou parceira) é muito bem-vinda. A confirmação e a análise da gravidade do distúrbio são feitas por meio de um exame chamado polissonografia. Ele é realizado em um laboratório do sono de um hospital ou clínica especializada. O paciente passa a noite e ligado a um aparelho que registra parâmetros como os batimentos cardíacos, a atividade cerebral, o movimento dos olhos, a respiração e o nível de oxigênio no sangue.

Também é possível fazer esse monitoramento com um dispositivo portátil, do tamanho de um relógio, que fica preso ao pulso e em dois dedos da mão. Colocado na hora de dormir, ele assinala as condições de sono. Depois, o aparelho é levado para o médico, que analisa os resultados na tela do computador.

A prevenção

Como o excesso de peso é um dos principais desencadeadores da apneia, um estilo de vida saudável, com alimentação equilibrada e exercício físico, é essencial para se ver livre do problema. Os fumantes devem fazer um esforço extra e deixar o cigarro de lado, uma vez que o hábito costuma agravar bastante a condição. Recomenda-se também maneirar nas doses de bebida alcoólica, que em excesso interfere no ciclo do sono e no relaxamento da musculatura da garganta e se transforma em gatilho para o distúrbio.

Sinais e Sintomas

  • Dificuldade de concentração
  • Dor de cabeça matinal
  • Respiração ofegante
  • Ronco
  • Sensação de sufocamento ao dormir
  • Sono agitado
  • Sonolência ao longo do dia

Fatores de Risco

  • Álcool em excesso
  • Aumento das amígdalas e adenoides
  • Excesso de peso
  • Dormir de barriga para cima
  • Maxilar inferior encurtado, o que empurra a língua muito para trás, tapando a garganta
  • Tabagismo
  • Tumores
  • Uso exagerado ou equivocado de sedativos