Anestesia

O Serviço de Anestesiologia do Hospital Santa Paula foi certificado pela ONA – Organização Nacional de Acreditação – nível 3, em reconhecimento a alta qualidade de seus serviços.

A certificação pela ONA reflete os esforços continuados do Hospital Santa Paula em anestesiologia, quando preocupado com o estresse cirúrgico e com a dor pós-operatória, organizou o SAD – Serviço de Analgesia e Dor, em janeiro de 1997, que reúne desde então, profissionais com largo conhecimento científico voltado à segurança e bem-estar dos pacientes no pré, intra e pós-operatório.

Hoje, com o trabalho consolidado, o SAD – Serviço de Anestesiologia do Hospital Santa Paula, avança em atenção e cuidados aos seus pacientes e dispõe de um consultório para visitas pré-anestésicas, onde você pode esclarecer suas dúvidas quanto a procedimentos e drogas e avaliar com um especialista a melhor anestesia para o seu caso.

Os anestesistas são os “olhos” do paciente durante o procedimento cirúrgico ou exame a que se submete. Agende a sua consulta pelo telefone (11) 3846-2844 e sinta a diferença! Atendimento das 8h às 16h.

VOCÊ MERECE ESTE CONFORTO

O Departamento de Anestesiologia e o Serviço de Analgesia Pós-Operatória e Dor (S.A.D.) do Hospital Santa Paula, deseja-lhe boas vindas e que a sua permanência seja a mais curta e agradável possível, com um restabelecimento rápido e reintegração às suas atividades diárias precocemente.

Se você irá submeter-se a um procedimento cirúrgico provavelmente deve estar preocupado com a dor que poderá sentir como conseqüência da operação.

Tradicionalmente, para o alívio da dor é feita uma prescrição médica de analgésicos e anti-inflamatórios, obedecendo um horário (8/8h ou 6/6h), às vezes insuficiente para a sua dor; ou então, é necessário que você manifeste a dor para depois ser medicado, geralmente com injeções intramusculares.

ATENDIMENTO ESPECIALIZADO

Calculamos que o tempo mínimo desde o momento da manifestação da dor até o alívio nunca será menos que 1 (uma) hora, como conseqüência de diversos fatores. Tendo em vista que todas as cirurgias são acompanhadas de dor (algumas mais outras menos); o Serviço de Analgesia Pós-Operatória e Dor do Hospital Santa Paula está preocupado com o seu bem estar e conforto pós-operatório minimizando este sofrimento (a dor) e todo o “stress” anestésico-cirúrgico. Estamos propondo tratar a dor de forma diferente da convencional.

O Serviço de Analgesia Pós-Operatória do Hospital Santa Paula, para mantê-lo nas melhores condições referente à dor, utiliza-se das técnicas e equipamentos mais modernos e seguros existentes no mercado. Médicos especializados e equipe de enfermagem treinada darão assistência ao paciente com dor, oferecendo assistência permanente durante a sua internação.

RECUPERAÇÃO CIRÚRGICA

Os pacientes no qual se previne e trata a dor de maneira continua, terão com certeza uma menor intensidade desse sintoma em seu pós-operatório, com efeitos reais rápidos e, segundo estudos realizados, com melhor evolução do ponto de vista respiratório, cardiovascular, endócrino, metabólico e psicológico; utilizando menor quantidade de analgésicos injetáveis. Esta técnica permite ao paciente uma deambulação precoce e uma recuperação cirúrgica mais rápida e confortável, reduzindo até o seu período de internação.

As técnicas que utilizamos são variadas, mas todas com o objetivo de manter o paciente consciente e sem dor. Para todas elas o elemento fundamental de trabalho é um aparelho de alta tecnologia, peso e tamanho reduzido, denominando Bomba de Infusão, no qual é colocada uma solução analgésica que permite um pós-operatório indolor.

A novidade desta técnica é que você e sua família (acompanhadamente) poderão participar ativamente no alivio da sua dor, aprendendo junto a equipe de médicos anestesiologistas e enfermeiras do S.A.D. como utilizar a Bomba de Infusão.

PERGUNTAS MAIS FREQUENTES:

O paciente deve estar em jejum absoluto (sólidos e líquidos) de 8 horas, levar todos os exames pré operatórios para o dia da cirurgia, informar sempre sobre sua história clínica ao anestesiologista, seus hábitos, problemas de saúde, remédios que toma ou tomou, reações alérgicas a medicamentos e experiências anteriores com o uso de anestésicos.
Anestesia local – uso de anestésico local, aplicado somente no local da cirurgia. Anestesia regional – uso de anestesia local em área de abrangência maior em relação à região do corpo onde será realizada a cirurgia (raqui, peridural, bier, bloqueio de plexo braquial). Anestesia geral – Confere aos pacientes um estado de inconsciência de instalação rápida, mantendo de maneira adequada durante rápida para o estado de consciência.
O tempo de duração de uma anestesia deverá ser proporcional ao tempo estimado para a intervenção cirúrgica. O anestesiologista poderá manter a anestesia por quanto tempo for necessário, sem interrupção.
São diversos os tipos de anestesia que são utilizados em um procedimento cirúrgico, conforme as condições clinicas e cirúrgicas que se apresenta, com suas peculiaridades e necessidades. Os efeitos colaterais mais comuns são náuseas e vômitos, “dor de cabeça”, calafrios, e tremores.
A anestesia teve uma evolução grande nesta realização de procedimentos cirúrgicos cada vez mais complexos. Ocorre, entretanto que a anestesia se utiliza de medicamentos que além de promoverem analgesia, inconsciência e relaxamento muscular determinam efeitos como depressão cardíaca e respiratória que são riscos previsíveis e contornados pelo profissional. A questão de risco depende muito também do estado clinico paciente, isto é, de doenças e fatores de risco que o paciente já possuía antes da realização da cirurgia . Existem cirurgias maiores e mais complexas, que o risco anestésico – cirúrgico como um todo, esteja aumentado.
O anestesiologista deve observar o paciente até que tenham encerrados os principais efeitos relacionados à anestesia administrada. O paciente é encaminhado logo após a cirurgia à sala de Recuperação Pós Anestésica ( RPA ) onde será monitorizado e observado de maneira contínua até a alta para o quarto.